de Paulo Roberto Barbosa
"Olhando para Jesus, autor e consumador da fé" Hebreus 12:2
"A derrota vem de olhar para trás. A distração vem de olhar em volta.
O desânimo vem de olhar para baixo. A libertação vem de olhar para
cima."
Para onde estamos olhando? Qual o foco de nossa vida? O que queremos
ver e o que esperamos encontrar na direção para onde estamos olhando?
Há pessoas que olham constantemente para trás; para justificar suas
queixas, para murmurar dos tropeços, para lamentar as derrotas. Há
pessoas que nunca percebem o quanto são abençoadas, o quanto Deus
lhes ama, o quanto perdem oportunidades de realizar os sonhos. Estão
sempre distraídas espiritualmente e só conseguem enxergar os
problemas que enfrentam. Há pessoas que desistem facilmente, não
lutam e nem se esforçam, não perseveram quando sofrem o primeiro
revés. Estão, em todo tempo, olhando para trás, em volta ou para
baixo.
Quando olhamos para o lugar errado, vemos o que não queremos ver ou o
que não devíamos ver. Erramos a direção do olhar e, ao mesmo tempo,
erramos o caminho a seguir. E se erramos o caminho, perdemos a paz,
as bênçãos e a felicidade.
Eu prefiro olhar para cima, para o Senhor Jesus Cristo, para
o autor de minha fé. Ele me impede de estar distraído em relação à
minha vida espiritual, de desanimar diante dos obstáculos do caminho,
de sentir-me derrotado quando a vitória demora a chegar. Sim, é para
Ele que eu olho desde que acordo até a hora em que volto a dormir. É
para Ele que eu olho quando preciso tomar alguma decisão. É para Ele
que eu olho sempre, para agradecer, por eu ser tão feliz.
Você também compreende que, para ter uma vida vitoriosa, precisa
olhar para cima?
http://www.iluminalma.com/vec/1103/28-olhando.html
segunda-feira, 28 de março de 2011
quinta-feira, 3 de março de 2011
A MULTA
de Autor Desconhecido
Tiago olhou bem para o velocímetro antes de tirar o pé do pedal: 65
numa zona de 40. A quarta vez este ano. Como é que uma pessoa podia
ser flagrada tantas vezes?
Quando chegou a quase parar, ele encostou o carro, mas deixou uma
parte em cima da pista. Deixe o guarda se preocupar com o perigo do
trânsito que passava. Talvez outro carro daria um susto nele. O
policial estava descendo do carro, caneta e bloco na mão.
Roberto? Roberto da igreja? Tiago baixou mais ainda no assento. Isso
era pior do que a multa que ele receberia. Flagrado por um irmão
policial da mesma igreja!
Descendo do seu carro, Tiago viu um homem que via todo domingo, mas,
nunca o havia visto de farda.
- “Oi, Roberto. Imagine encontrando você assim.”
- “Oi, Tiago”. Nada de sorriso.
- “Parece que você me flagrou correndo um pouqinho para casa.
Querendo ver a mulher e os filhos.”
- “Pois é.” Roberto parecia meio incerto. Isso era um bom sinal.
- “Tenho trabalhado muito ultimamente. Parece que eu falhei só esta
vez.” Tiago empurrou uma pedrinha com o sapato. “A esposa falou de um
rosbife e batatas hoje à noite. Sabe como é, né?”
- “Eu sei como é. Sei também que você tem uma reputação no nosso
distrito.” Essa não! A conversa não estava indo nada bem. Hora de
mudar de tática.
- “Quanto foi que você mediu”?
- “Setenta. Pode voltar para o carro, por favor”?
- “Pere aí, Roberto. Eu olhei assim que eu lhe vi. Eu estava mal
chegando a 65.” A mentira parecia sair com mais facilidade a cada
multa.
- “Por favor, Tiago. Volte para o carro.”
Chateado, Tiago voltou a entrar no carro, bateu a porta com força e
olhou para o painel. Ele não tinha pressa nenhuma em baixar o vidro.
Minutos passaram. Roberto estava escrevendo.
Por que ele não pediu a carteira de motorista? Seja qual for a razão,
nem tão cedo Tiago sentaria perto desse policial na igreja.
Um toque no vidro e ele virou a cabeça. Lá estava Roberto, um papel
dobrado na mão. Tiago baixou o vidro cinco centimetros. Só o
suficiente para puxar o papel.
- “’Brigado”. Tiago não consegiu esconder a ironia na voz.
Roberto voltou à viatura sem dizer uma palavra. Tiago olhou para ele
no retrovisor. Ele abriu a folha de papel. Quanto será que isso ia
custar? Mas, o que era isso? Alguma piada? Não era uma multa. Apenas
algumas palavras escritas à mão. Tiago começou a ler.
Prezado Tiago, Era uma vez, eu tinha uma filha. Ela tinha seis anos
quando foi atropelada por um carro. Você adivinhou - um cara correndo
em alta velocidade. Uma multa e três meses na cadeia, e ele estava
livre. Livre para abraçar suas filhas, todas as três. Eu só tinha
uma, e vou ter que esperar até os céus para abraçá-la outra vez. Já
tentei perdoá-lo milhares de vezes. Milhares de vezes pensei que
havia conseguido. Talvez consegui. Mas, preciso fazer de novo. Até
mesmo agora. Ore por mim. E tenha cuidado Tiago. Só tenho agora meu
filho. Roberto.
Tiago virou em tempo para ver a viatura voltar à pista e seguir
adiante. Tiago ficou olhando até que saiu de vista. Ele só voltou à
pista mais de quinze minutos depois e seguiu para casa, bem devagar,
orando por perdão o caminho todo. E quando chegou, deu um abraço que
surprendeu a esposa e os filhos.
A vida é preciosa. Trate-a com cuidado. Se você dirigir, dirija com
cuidado. E lembre-se que os carros não são a única coisa que são
chamadas de volta pelo fabricante.
Se você conhece alguém que estará dirigindo neste feriadão, envie
esta reflexão para eles. Pode fazer uma diferença. Pode até salvar
uma vida. Deus lhe abençoe.
http://www.iluminalma.com/vec/1103/03-multa.html
Tiago olhou bem para o velocímetro antes de tirar o pé do pedal: 65
numa zona de 40. A quarta vez este ano. Como é que uma pessoa podia
ser flagrada tantas vezes?
Quando chegou a quase parar, ele encostou o carro, mas deixou uma
parte em cima da pista. Deixe o guarda se preocupar com o perigo do
trânsito que passava. Talvez outro carro daria um susto nele. O
policial estava descendo do carro, caneta e bloco na mão.
Roberto? Roberto da igreja? Tiago baixou mais ainda no assento. Isso
era pior do que a multa que ele receberia. Flagrado por um irmão
policial da mesma igreja!
Descendo do seu carro, Tiago viu um homem que via todo domingo, mas,
nunca o havia visto de farda.
- “Oi, Roberto. Imagine encontrando você assim.”
- “Oi, Tiago”. Nada de sorriso.
- “Parece que você me flagrou correndo um pouqinho para casa.
Querendo ver a mulher e os filhos.”
- “Pois é.” Roberto parecia meio incerto. Isso era um bom sinal.
- “Tenho trabalhado muito ultimamente. Parece que eu falhei só esta
vez.” Tiago empurrou uma pedrinha com o sapato. “A esposa falou de um
rosbife e batatas hoje à noite. Sabe como é, né?”
- “Eu sei como é. Sei também que você tem uma reputação no nosso
distrito.” Essa não! A conversa não estava indo nada bem. Hora de
mudar de tática.
- “Quanto foi que você mediu”?
- “Setenta. Pode voltar para o carro, por favor”?
- “Pere aí, Roberto. Eu olhei assim que eu lhe vi. Eu estava mal
chegando a 65.” A mentira parecia sair com mais facilidade a cada
multa.
- “Por favor, Tiago. Volte para o carro.”
Chateado, Tiago voltou a entrar no carro, bateu a porta com força e
olhou para o painel. Ele não tinha pressa nenhuma em baixar o vidro.
Minutos passaram. Roberto estava escrevendo.
Por que ele não pediu a carteira de motorista? Seja qual for a razão,
nem tão cedo Tiago sentaria perto desse policial na igreja.
Um toque no vidro e ele virou a cabeça. Lá estava Roberto, um papel
dobrado na mão. Tiago baixou o vidro cinco centimetros. Só o
suficiente para puxar o papel.
- “’Brigado”. Tiago não consegiu esconder a ironia na voz.
Roberto voltou à viatura sem dizer uma palavra. Tiago olhou para ele
no retrovisor. Ele abriu a folha de papel. Quanto será que isso ia
custar? Mas, o que era isso? Alguma piada? Não era uma multa. Apenas
algumas palavras escritas à mão. Tiago começou a ler.
Prezado Tiago, Era uma vez, eu tinha uma filha. Ela tinha seis anos
quando foi atropelada por um carro. Você adivinhou - um cara correndo
em alta velocidade. Uma multa e três meses na cadeia, e ele estava
livre. Livre para abraçar suas filhas, todas as três. Eu só tinha
uma, e vou ter que esperar até os céus para abraçá-la outra vez. Já
tentei perdoá-lo milhares de vezes. Milhares de vezes pensei que
havia conseguido. Talvez consegui. Mas, preciso fazer de novo. Até
mesmo agora. Ore por mim. E tenha cuidado Tiago. Só tenho agora meu
filho. Roberto.
Tiago virou em tempo para ver a viatura voltar à pista e seguir
adiante. Tiago ficou olhando até que saiu de vista. Ele só voltou à
pista mais de quinze minutos depois e seguiu para casa, bem devagar,
orando por perdão o caminho todo. E quando chegou, deu um abraço que
surprendeu a esposa e os filhos.
A vida é preciosa. Trate-a com cuidado. Se você dirigir, dirija com
cuidado. E lembre-se que os carros não são a única coisa que são
chamadas de volta pelo fabricante.
Se você conhece alguém que estará dirigindo neste feriadão, envie
esta reflexão para eles. Pode fazer uma diferença. Pode até salvar
uma vida. Deus lhe abençoe.
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